São Paulo irá adotar estilo mais agressivo na busca por reforços

O São Paulo trabalha para montar o seu elenco de 2019. Até mesmo por ter garantido a sua vaga para a fase eliminatória da Copa Libertadores da América, o clube adota uma postura um pouco diferente no mercado da bola. Ao contrário do que aconteceu recentemente, o Tricolor pretende ter um elenco mais numeroso.

Nos últimos anos, os treinadores Rogério Ceni e Diego Aguirre pediram uma redução no número de jogadores profissionais. A ideia era estimular a disputa interna por posição, deixar os treinos mais dinâmicos e aproveitar melhor o potencial dos jogadores com um elenco enxuto.

Nesta temporada, por exemplo, o time chegou a contar com 27 jogadores. Por causa de lesões, algumas vezes foi necessário chamar jovens da base para completar as atividades no CT da Barra Funda.

Em 2019, o São Paulo deve atuar em média duas vezes por semana. Na visão dos dirigentes e da comissão técnica, a necessidade de ter um elenco maior aumenta. Com mais peças à disposição de André Jardine, o Tricolor não perderá tanta força caso um jogador sofra uma contusão ou tenha de cumprir suspensão. No Campeonato Brasileiro deste ano, muitos apontaram a ausência de Everton, que sofreu lesão na coxa esquerda, como o principal motivo para a queda de rendimento da equipe.

Como publicou o UOL Esporte, a diretoria deixou de lado a postura mais conservadora para adotar um estilo mais agressivo na busca por reforços. Como o time já vai ter uma decisão na Pré-Libertadores logo no início da temporada, o São Paulo acelerou o processo de contratações. Até agora, o clube já anunciou as chegadas dos laterais Igor Vinicius e Léo Pelé.

Para atuar no mercado, o departamento de futebol deve ter à disposição até R$ 50 milhões para investir em reforços durante os 12 meses de 2019. Porém, tal valor pode ser alterado dependendo de quanto o clube receber com transferências. Nesta quinta-feira, por exemplo, o São Paulo acertou a transferência de Sidão para o Goiás.